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Orador

Luís Silva

Luís Saraiva Silva tem 31 anos, é Mestre em Administração Público-Privada pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra e atualmente aluno de Doutoramento em Governação Conhecimento e Inovação na Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra e é, desde há três anos atrás, gestor de inovação no Gabinete de Transferência de Conhecimento da Universidade de Coimbra, denominado projeto especial UC Business, responsável pela gestão, valorização e transferência de conhecimento da Universidade de Coimbra nas áreas do Digital, Indústria e Espaço. Antes da atual ocupação profissional foi gestor de financiamentos de uma instituição particular de solidariedade social (IPSS) e esteve ligado a vários projetos e iniciativas de inovação social dos quais se podem destacar a candidatura, consolidação e apoio na implementação do Centro de Apoio à Vida Independente, projeto piloto enquadrado no Modelo de Apoio à Vida Independente financiado pelo POISE do Fundo Social Europeu. Em termos associativos, de participação cívica e voluntariado é atualmente Tesoureiro voluntário da Direção da IPSS supra citada, foi membro de uma associação juvenil filarmónica durante vários anos, membro de uma organização internacional (AIESEC), líder de uma estrutura concelhia de juventude partidária e presidente da comissão política dessa estrutura a nível distrital, e durante a frequência universitária foi coordenador das saídas profissionais do Núcleo de Estudantes de Administração Público Privada da Associação Académica e posteriormente Presidente da mesma organização. Foi ainda membro da Assembleia da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra e Conselheiro Geral da Universidade de Coimbra.

Comunicações em que participa:

    • 15:30-16:30Auditório

      VII. A Transição Intelectual: Inovação e Pensamento Disruptivo

      Tem sido difícil criar cidadãos participativos nas deliberações da vida coletiva, que assumam posições próprias, corram riscos ao tomar decisões. O ensino precisa de uma reforma curricular que introduza a inovação e a criatividade como matérias a serem aprendidas, reduzindo as dependências e os medos. Ter audácia sem ser temerário, trabalhar em equipas multidisciplinares e de gestão integrada e conseguir criar e inovar usando um pensamento disruptivo e inusitado são qualidades a desenvolver desde cedo nos jovens. Quais as estruturas institucionais públicas criadas para tal? O que são as start up e para que servem? Como apoiar os empreendedores? Qual a relação entre a economia social e sustentável assente na inovação e no investimento público não reembolsável? O que é o microcrédito para apoiar esses projetos e qual o empenho da Banca Privada nesses financiamentos?